Recantos Da Iara

Meu Recanto de Paz e Sexo!

segunda-feira, junho 05, 2006

Amante Real

Amante Real

Amante Real Eu terminei o livro que eu estava lendo, olhei para o relógio, já era mais de meia-noite. Normalmente eu não demoro muito a pegar no sono, mas exceto hoje eu não conseguia dormir. talvez a razão, seja que o livro que eu acabei de ler, seja um livro altamente erótico que me deixou muito molhada, minha buceta estava literalmente pegando fogo, e eu precisava de algo grosso e duro que preenchesse ela urgentemente, devido a minha tamanha excitação, meus dedos já não era suficientes para satisfazer os meus desejos. Ha 4 anos, após a morte de meu marido, eu venho tendo uma vida muito monótona, desde a sua morte, eu venho cuidando do pequeno negocio deixado pelo meu marido, e tenho cuidado do meu filho único, que na época da morte de meu marido tinha 14 anos, nada mais do que isso eu tenho feito ultimamente. cuidando do negocio deixado pelo meu marido, não ganho muito dinheiro, mas ganho o suficiente para me manter e manter o meu filho, não tendo assim, nenhuma necessidade financeira. Mas não posso negar que eu tenha necessidades sentimentais, muitas necessidades sentimentais. Afinal, eu me casei com 15 anos, me casei virgem, e meu marido foi o único homem em minha vida, com que eu transei. eu e meu marido tínhamos uma gostosa vida intima, exploramos novos horizontes sempre em busca da satisfação do desejo sexual, eu era muito feliz com ele. Eu não me casei novamente, depois que meu marido morreu, pois eu tinha filho adolescente para cuidar, e em segundo lugar não seria fácil uma viuva com 39 anos, e um filho de 14 anos, arrumar um novo marido. Então decidi que este era o momento de me dedicar mais ao negocio deixado pelo meu marido. eu encontrei muitos homens depois de sua morte, e homens que sempre me interessavam, mas que nunca foram tão interessantes a ponto de me levar para a cama. e sempre após estes jantares e encontros mal sucedidos, eu me concentrava mais a para o negocio deixado pelo meu marido e para a criação de meu filho. Meu filho esta agora com 18 anos, e no próximo ano, já estará na faculdade. Apesar de minha idade, eu ainda estou digamos, enxuta, sempre percebo que os homens olham para mim, com segundas intenções por onde eu passo, mas admito que eu estou um pouco gorda, nada de obesidade, mas confesso que eu estou acima do peso ideal, digamos que eu estaria entre 10 e 15 quilos a mais depois da morte de meu marido. E sempre carreguei comigo a marca da operação de meu filho, já que foi cesariana. Eu apago o abajur e tento pegar no sono mais uma vez, mas eu não conseguia, minha mente estava muito tumultuada. O livro que eu acabei de ler me fez pensar em como o meu marido me fodia gostoso, ele sempre soube me excitar e sempre soube me fazer gozar várias vezes na mesma noite. O que estaria acontecendo comigo naquela noite? eu sabia a resposta, o que estava acontecendo comigo, é que eu precisava de um pau, precisava de pau duro e quente entre as minhas pernas. Depois de tentar em vão dormi, por mais meia hora aproximadamente, eu decidi me levantar e tomar um pouco de ar na minha sacada. Eu notei que as luzes do quarto do meu filho ainda estavam acessas, sua janela estava estranhamente aberta, porem esta coberta pelas cortinas de seu quarto, mas me venho uma duvida em minha mente, o que estaria fazendo o meu filho até altas horas acordado? Ele bem que podia estar estudando para o vestibular que já estava próximo de certa maneira. Tomada por uma enorme curiosidade, eu andei pela sacada, e fui tentar olhar o que meu filho estava fazendo, cuidadosamente, para não invadir a sua privacidade, afastei um pouco a cortina de seu quarto e por uma brecha, vi uma cena que deixou extremamente embaraçada. Meu filho Jonny, estava muito bem acordado, ele estava totalmente nu, seus olhos estava colocados, em uma revista pornográfica, que ele segurava com a mão esquerda e a sua mão direita, estavam massageando seu duro pau. Eu estava envergonhada em espiar o meu próprio filho em um momento tão intimo. mas uma expectativa inexplicável, me impedia de afastar da janela do quarto do meu filho. Meus olhos se deliciando com a dureza do pau de meu próprio filho. a cabeça roxa do pau do meu filho parecia um cogumelo, tamanho era o seu inchaço. via a suas grandes bolas, mas não conseguia ver o pau dele por inteiro, na posição que eu estava espiando. Algo estranho e quente invadia meu corpo, era natural isso, afinal era o primeiro pau ao vivo que eu via desde a morte de meu marido. Automaticamente, meus dedos, percorreram a minha calcinha, e me surpreendi ao constatar que minha buceta estava inundada de tesão, minhas pernas começaram a tremer, e totalmente com a culpa em minha mente, eu comecei a alisar minha buceta no mesmo ritmo que meu filho masturbava o seu belo pau duro. Agora, meu filho estava acelerando seus movimentos, eu supunha que ele poderia gozar a qualquer momento, e essa pressão também tomava conta de meus dedos, eu podia sentir que meu orgasmo estava iminente, quando Jonny, resmungou algo que eu não entendi, ele começou a gemer, e a contorcer o seu corpo, via claramente, sua porra jorrando pelo ar, e caindo em sua barriga e em seu peito. Foi a ultima coisa que eu vi antes de começar a acelerar e muito a minha masturbação, e eu estava sentindo um orgasmo enorme, minhas pernas tremiam sem parar, e a medida que meus dedos, deslizavam pelas minha buceta, eu ia gozando, ia gozando alucinadamente, confesso que nunca havia gozado assim durante uma masturbação, e ia medida que ia gozando ia sentindo uma enorme vontade de gemer, uma vontade de gritar de prazer, mas na podia. Após o gozo, eu voltei em si, olhava para o que eu tinha feito, pensei no quanto era arriscado estar ali principalmente, pois algum vizinho poderia ter visto, já que eu estava na sacada, e mais ainda o quanto seria arriscado se meu filho me visse me masturbando. Após me condenar, voltei a olhar para o quarto, meu filho estava pegando o lençol, e estava se cobrindo, e estava pondo a revista atrás da cabeceira de sua cama. Minha calcinha já estava em meus tornozelos, coloquei-a novamente, e voltei para o meu quarto. Quando me deitei, uma culpa me invadiu, não conseguia entender o que eu havia feito, me masturbar e gozar, diante do meu próprio filho. Não conseguia entender como alguém puritana como eu poderia se excitar com o pau do próprio filho, enquanto ia me condenando, o sono ia chegando e eu adormeci. No outro dia pela manha, meu filho saiu logo após tomarmos café, rapidamente, antes de ele fechar por completo a porta, eu corri pelas escadas em direção ao seu quarto, e fui cuidadosamente procurar a revista pela qual ele se masturbou na noite anterior. A revista estranhamente, não tinha muitas fotos explicitas, não conheço revistas pornográficas, mas entendo que uma revista pornográficas seria recheadas de fotos, mas me atentei ao fato da revista ser um fórum, onde leitores, enviavam seus relatos sexuais. E me atentei mais ainda ao fato dessas relatos sobre relacionamentos entre parentes, e a grande maioria eram relatos, eram de mães relatando suas experiências com seus filhos. Fiquei chocada. Procurei entender, e na capa da revista havia um aviso, "Este mês, especial sobre Mães e Filhos". Eu não podia crer no que estava acontecendo, e um pergunta veio rapidamente a minha mente, estaria ontem a noite meu filho fantasiando comigo, estaria ele se masturbando pensando em mim? Novamente, sentia o disparo de meu coração, por um instante não ouvia outra coisa a não ser as fortes batidas de meu coração. E novamente eu estava me condenando por sentir minha buceta úmida, novamente eu estava totalmente triste pelo fato de eu estar excitada com meu filho novamente. Durante todo o dia, eu fiquei pensando em meu filho, ficava imaginando o quanto seria gostoso o seu jovial pau. Eu estava percebendo que eu adoraria sentir aquele pau em minha buceta, eu adoraria, era conclusão que eu chegava antes de me pegar me culpando por estar desejando meu filho. Mas, não sabia se meu filho desejaria tal coisa, não sabia se ele desejaria foder uma buceta velha, não sabia se ele desejaria foder a buceta que deu vida a ele. Após tantas duvidas e questões sem respostas decidi, que iria conversar com ele para saber a sua reação, e saber o que ele desejava lendo aqueles relatos. E então eu escondi a revista em meu quarto. Jonny voltou tarde naquele dia, após jantarmos, fomos ver TV, e perto de 21 horas, ele foi para o seu quarto. eu me preparava para dormir, e quando coloquei a camisola, decidi ter a tal conversa com meu filho, peguei a revista dele, e fui até o seu quarto. Tentando surpreende-lo eu abri a porta, o vi, procurando algo freneticamente, com a porta aberta eu bati na porta visando que eu estava ali, e ele ficou em pé, me olhando totalmente assustado. - Você esta procurando algo, meu filho? - Nada mãe, eu apenas emprestei uma revista de um amigo, mas agora, eu não consigo encontrá-la para devolve-la. Disse meu filho tentando manter o equilíbrio. - Ah! Você esta falando desta revista meu filho? Disse sorrindo, ao mostrar a revista que estava escondida atras de minhas costas. Ele ficou totalmente abatido, ele não podia crer no que ele estava vendo, e em poucos segundos seu alvo rosto, já estava por completo avermelhado de vergonha. - Eu não posso acreditar meu filho. Você se masturba pensando em sua própria mãe? Como você tem coragem de fazer isso meu filho? - E.. E... Eu não pretendia fazer isto mãe, a senhora esta enganada. Gaguejando muito, ele tentava inutilmente se explicar, e inexplicável também era a excitação que eu estava sentindo naquele momento, e novamente meu coração estava disparado e a bater alto e claro. - Não se preocupe meu filho, eu não acho você louco e muito menos anormal, mas algo me intriga filho, você realmente desejaria foder a sua própria mãe? Ele ficou muito assustado, e ele não acreditava no que ele estava ouvindo, e por mais que ele tentasse, ele nada podia dizer, pois ele não conseguia, seus lábios estavam travados diante da minha pergunta. Desistindo de me responder, ele apenas acenou positivamente com a cabeça. Sem saber a real explicação, eu me senti excitada naquele momento, me sentia ao lado do meu marido naquele instante, eu estava muito excitada, e ao ver os olhos arregalados de meu filho não me contive, e subi suavemente a minha camisola mostrando a ele minha buceta peluda, pelos o arregalar cada vez maior de seus olhos, eu tinha certeza que eu estava mostrando a ele, a buceta que ele mais desejou ver em sua vida. Logo, o seu pau estava duro, a bermuda dele, mostrava perfeitamente o contorno do seu duro pau. Tinha a impressão que o pau dele poderia furar ou estourar a bermuda a qualquer momento. Lentamente, eu deslizei as pontas de meus dedos, e abri os lábios da minha buceta para que ele pudesse vê-la melhor ainda. E eu olhava em sua bermuda e poderia ver a enormidade de seu pau. Eu queria parar, mas não conseguia a esta altura, e disse: - mostre meu filho, mostre o seu pau para a sua mãe. Meus olhos quase queimaram, quando ele rápida e desajaitamente, tirou a sua camisa e a sua bermuda. Pronto eu estava diante do meu filho. e ele diante de mim. Seu pau estava duro, e sem pensar nas conseqüências que poderia ter, eu tirei por completo a minha camisola e eu fiquei totalmente nua diante do meu filho. Meu corpo estava tremendo, mas não estava tremendo como na noite anterior, estava tremendo ainda mais, tinha a impressão que estava perto de ter um ataque devido ao tamanho tremor que eu sentia, Jonny olhava meus seios nus, como se fosse a primeira vez que ele via um seio. Sem hesitar, dei um passo a frente, e segurei nos ombros de meu filho e me aproximei, procurei seus lábios, e fui prontamente atendida, quando senti que eles se abriam, e agarrando em minha bunda e fazendo com que nossos corpos estivessem colados, eu sentia a sua língua invadir a minha boca. E enquanto estávamos abraçados eu senti o seu pau duro. Sentia o duro pau de meu filho roçar nos pelos de minha buceta, e a medida que aquele cabeçorra quente roçava a minha buceta, eu ia me excitando cada vez mais, e eu ia chupando a sua língua, chupava a sua língua com se fosse um pau. ele entendendo deixava sua língua ainda mais em pé em minha boca para que eu chupasse ainda mais. Após este longo e delicioso beijo de língua, ficamos nos olhando abraçados, ficamos em silencio, um silencio ensurdecedor, peguei em seus cabelos, e fui alisando seus cabelos, e ia me condenando por estar ali naquela situação com meu filho, mas sabia também, que eu poderia parar por ali, ou me entregar totalmente para o meu filho. Alisando seus cabelos, minha mão deslizou ate a sua nuca e eu trouxe sua cabeça para perto do meu seio, e disse baixinho: - Chupe, mame nas tetas de sua mãe, meu filho. Jonny reagiu imediatamente, ele beijou o bico do meu seio, e passou a sua língua nele, depois deu uma chupada, como ele fazia quando criança, e eu estava entrando em delírios, quando ele deu uma leve mordida no bico do meu seio. Gemia baixinho, quando ele passava a ponta de sua língua, no bico do meu seio, e rodopiando a sua língua, e eu estava cada vez mais alucinada, e ele chupava meus seios com um neném mama um seio a procura de leite. Após mamar muito em meu seio, ele se afastou um pouco ficamos novamente olhando nossos corpos, como um impulso, incontrolável, eu peguei em seu pau. ele estava muito duro e muito quente. apertei o seu pau e fiquei punhetando ele de leve. então, como se fosse automático, eu me ajoelhei em sua frente, e comecei a punhetar o seu pau mais seriamente. Lentamente abri a minha boca, e fui passando a minha língua por todo aquele pau, deslizava somente a ponta de minha língua por aquele duro e quente pau. Ha anos não sentia um pau em minha boca, depois deixa-lo molhado, eu abri a minha boca e suavemente eu engolindo aquele cabeçorra vermelha e quente. - Oh, mãe, como a senhora chupa gostoso. Ouvindo essas palavras dele, pareciam soar para mim como um ordem, para chupar mais forte aquele pau, eu abri a minha boca, e ia engolindo todo aquele pau, ia engolindo todo aquele pau duro, até estar com todo o pau de meu filho em minha boca. E com o pau do meu filho em minha boca, eu chupava com uma paixão cada vez maior, ia conforme eu engolindo o pau do meu filho eu ia apertando suas bolas arrancando altos gemidos do meu filho. Completamente imóvel e gemendo muito, meu filho nada conseguia dizer a não ser gemer. Sentia aquele pau duro invadir a minha garanta adentro e eu me excitava cada vez mais, e eu não conseguia parar de chupar aquele maravilhoso pau. Meu filho começou a bombear seu pau em minha boca, estava literalmente fodendo a minha boca e garganta, eu estava adorando aquilo, gostava muito do pau do meu filho em minha garganta, mas o inevitável estava por vir, conforme eu engolia o seu pau cada vez mais rápido, ele não demoraria muito a gozar e quando senti a suas bolas incharem, sabia que seu gozo estava por perto. - Mamãe, eu vou gozar. Ao ouvir isso, tentei tirar o seu pau de minha boca, mas antes que isso ocorresse, ele já estava gozando. Sentia sua porra jorrando em meu rosto. Sua porra quente, jorrava pela minha testa, pelo meu nariz, pelas minhas bochechas, eu adora sentir uma porra quente, jorrar em meu rosto eu adorava aquilo. Conforme ia ele escorrendo sentia sua porra deslizando pelo meu rosto, e gotejando em meu queixo, fazendo com que sua porra fosse caindo em meus seios. Enquanto eu limpava a porra que restava em seu pau quase mole, ouvi ele dizer: - Mãe, isto foi ótimo. - Eu sei meu filho, agora a sua vez de fazer a sua mãe gozar. Pegando em minha mão, ele me ajudou a levantar e me fez deitar na cama, deitada na cama totalmente nua, ele abriu a minhas pernas e ficou olhando a minha buceta cabeluda, era como se ele ainda não acreditasse que teria a buceta de sua mãe só para ele. Tocando em meus pelos e sentindo o cheiro de excitação da minha buceta, ele foi abrindo os meus lábios, e fio passando a sua língua nos lábios de minha buceta. Eu gemia a cada toque de sua língua em minha buceta, eu estava muito excitada. - Chupe a buceta de sua mãe, meu filho faça a sua mãe gozar. Como se estivesse atendendo um pedido, meu filho começo enfiar a sua língua quente e molhada em minha buceta, já havia me esquecido de como é bom sentir uma língua em minha buceta devido ao tempo que eu não sentia isso. Ele abria minhas pernas e ia beijando meus lábios vaginais como se estivesse beijando a minha boca. e ia abrindo ainda mais a minha buceta e ia tocando com sua língua em meu clitóris. aquilo me deixava fora de mim, eu estava muito excitada, e comecei a soltar gritos e gemidos cada vez mais altos. E meu filho ia acelerando sua língua em meu clitóris e ia enfiando um dedo dentro de minha buceta me deixando completamente alucinada de tesão. eu estava cada vez mais próximo de gozar, e ele sabendo disto, ia aumento o ritmo de sua língua e de seus dedos em minha buceta, e não demorou muito para eu começar a gritar e a gozar na boca do meu próprio filho. e ele ia lambendo a minha buceta, como se estivesse esperando pelo meu gozo. aquilo foi mágico, eu estava verdadeiramente gozando na boca do meu jovem filho. Quando ele tirou a sua cabeça de entre as minhas pernas, pude ver perfeitamente o seu queixo úmido, úmido com o meu gozo, ele passava a sua língua tentando limpar e me olhando dizia: - Mãe, a senhora é muito gostosa. Eu olhava para o meu filho, e pensava até onde nos tínhamos chegado, ate onde nos tínhamos ido, e algo me dizia que por mais errado que fosse, por mais errado que fizemos, mais errado estaria o que estaria para acontecer. Sentados na cama, ficamos nos olhando em silencio novamente, e eu fui pegando em seu pau duro e ia alisando o pau do meu filho que estava duríssimo novamente. Nos aproximamos e no beijamos lentamente, nos beijamos como se fossemos namorados de repente nosso beijo foi esquentando e não me contive em chupar a sua língua novamente, eu chupava a sua língua e sentia que a sua respiração ia aumentando cada vez mais, nos abraçamos e eu sentia as mãos de meu filho em minha bunda e enquanto nos beijávamos, eu cheguei perto de sua orelha e disse baixinho: - Me foda meu filho. Estava assustada com a frase que eu havia dito, mas aquilo me excitava e eu não conseguia parar de falar, e continue dizendo: - Me foda meu filho, foda a buceta de sua mãe, foda a buceta que você tanto quer foder, enfie o seu pau na buceta de sua mãe, por favor meu filho, por favor, foda a minha buceta. Ele pegou em minhas mãos me deu mais um beijo e eu fui deitando e abrindo as minhas pernas, e sentia ele ajeitando o seu pau entre as minhas pernas, como estava quente aquele pau, como estava duro o pau do meu filho, como era gostoso sentir um pau quente e duro entre as minhas pernas outra vez. Me ajeitando melhor, eu podia sentir ele colocando o seu pau duro e quente dentro de minha buceta, eu sentia que a cabeçorra vermelha, dura e quente do pau do meu filho ia invadindo minha inundada buceta. Ele então pegou em meus braços e ele foi sentando na cama, e eu fui sentando em cima dele, eu sentava no pau dele, e ia sentindo o quão duro ele estava, e eu ia cavalgando o meu próprio filho. eu sentia as mãos do meu filho deslizando sobre a minha bunda, e eu estava gostando de sentir as mãos do meu filho em minha bunda, e como se eu estivesse transmitindo pensamentos, meu filho começou a apertar e bater de leve em minha bunda. Gritando e gemendo mais ainda, meu filho percebeu que ele estava autorizado a continuar, e enquanto eu cavalgava mais em seu pau, mais ele batia em minha bunda, e aquilo ia me deixando completamente alucinada, nossa, como era gostoso aquilo eu ia me sentindo como uma jovem garota em sua primeira transa, eu estava muito excitada, e meu filho enfiava seu pau duro, em minha buceta, meu filho enfiava seu pau duro e quente, meu filho enfiava seu pau duro e quente, cada vez mais forte, e cada vez mais fundo dentro de minha buceta e ia entrando em um ritmo alucinante, e não demorou muito para eu sentir jorrar dentro de minha buceta, e ele gemia muito enquanto ia gozando dentro de sua mãe, após gozar eu deitei e ele se deitou sobre mim, ainda com o seu pau dentro de minha buceta. Não me lembro quanto tempo ficamos ali abraçados e com o seu pau dentro de mim, ficamos nos olhando, e eu parecia estar em um sonho, ele tirou seu de dentro de mim, e ficou olhando meus seios, ficou olhando os pelos de minha buceta encharcados com a sua porra. Sorrindo eu imaginei que ele foi o homem que me fez suprir as minhas carências, ele era o amante que eu estava procurando, mas ele era o meu filho, e eu mãe dele, não queria pensar, se aquilo iria acontecer novamente, só queria estar ali abraçada com o homem que me fez gozar, queria estar abraçada com o meu filho. Não sei se fiz certo ou não, não sei se é certo uma mãe se entregar para o próprio filho, apenas sei que estou enviando este conto para esta revista que foi a causa de ter feito sexo com meu filho. E não tenho nenhuma vergonha disto. essa é uma história real.

beijos

Iara

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